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Conheça o processo de descontaminação das lâmpadas fluorescentes


Materiais presentes nas lâmpadas fluorescentes podem anular as vantagens que esse tipo de lâmpada proporciona, caso ela não seja descartada de modo adequado.

 

O processo de descontaminação


A descontaminação das lâmpadas fluorescentes varia de acordo com o modelo do produto. Porém, esse processo se resume, basicamente, em separar os terminais (componentes de alumínio, soquetes plásticos e estruturas metálico-eletrônicas), o vidro (em forma de tudo, cilindro ou outro formato), o pó fosfórico (pó branco contido no interior da lâmpada) e, principalmente, o mercúrio, que será, no fim, recuperado em seu estado líquido elementar. Os processos ocorrem da seguinte maneira:

 

1. Todo processo se dá por meio de equipamentos instalados sob circunstâncias especiais e em ambiente controlado, para que não haja fuga de vapores e a contaminação do ambiente e das pessoas;

2. Em ambiente enclausurado e sob pressão negativa, as lâmpadas são rompidas, os soquetes/terminais das lâmpadas são separados e passam por um processo de segregação. O pó de fósforo contaminado com mercúrio é retido e segue para o processo de desmercurização;

3. Os pedaços de vidro são limpos e testados, de modo que a concentração de mercúrio neles não exceda 1,3 mg/kg. Se estiver dentro dessas especificações, o vidro é reciclado para a fabricação de produtos não alimentícios;

4. Depois de limpos, o alumínio e os pinos de latão são enviados para a reciclagem em uma fundição, e, no caso desses materiais, o mercúrio não deve exceder o limite de 20 mg/kg;

5. A poeira de fósforo é enviada para a destilação, onde o material é aquecido até vaporizar o mercúrio (em temperaturas acima de 357°, ponto de ebulição do mercúrio). O material vaporizado a partir desse processo é então condensado e coletado em recipientes especiais ou decantadores. O mercúrio obtido passa por uma nova destilação, a fim de se remover suas impurezas;

6. A única parte da lâmpada que não é reciclada é o baquelite existente nas extremidades da lâmpada.

7. O vapor de mercúrio capturado na etapa de ruptura da lâmpada segue para o Sistema de Controle de Emissão de Gases, composto por filtros de cartucho, para retenção do particulado, e filtro de carvão ativado, que retém os vapores de mercúrio.

 

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